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Últimas opiniões enviadas

  • Felipe

    Confiram "rezenha" crítica sem espaços - h t t p s : / /
    rezenhando . wordpress . com /2017/07/25/rezenha-critica-marcas-da-violencia-2005-de-cronenberg/

    Depois de um longo tempo sem assistir nada de um dos meus diretores favoritos eis que aqui estou novamente deleitando-se sobre as teclas do computador, digitando com prazer para falar de um filme de 2005 do Cronenberg, que relutava ao assisti-lo é verdade, muito por conta do mais recente Senhores do Crime que assisti dele com uma pegada até parecida e que apesar de ser bom, não era o que eu esperava. Ai para “perder” uma hora e meia coloquei o Marcas da Violência, filme relativamente curto e que me surpreendeu muito positivamente, uma miscelânea da loucura de Cronenberg com toda aquela crueldade Tarantinesca. Ficou curioso? Confiram a “rezenha” crítica de Marcas da Violência.

    Imagine um pai de família chamado Tom Stall (Viggo Mortensen ou simplesmente Capitão Fantástico) levando uma vida tranquila e feliz na pacata cidade de Millbrook, no estado de Indiana, onde mora com sua esposa Edie (Maria Bello) e seus dois filhos. Um dia esta rotina de calmaria é interrompida quando Tom consegue impedir um assalto em seu restaurante antecipando e conseguindo salvar clientes e funcionários, e em legítima defesa, matando dois criminosos. Logicamente que é considerado um herói e sua vida inteiramente transformada a partir de então. A mídia passa a segui-lo, o que o obriga a falar com a imprensa regularmente e faz com que ele deseje que sua vida retorne à calmaria anterior. Surge então em sua vida Carl Fogarty (Ed Harris), um misterioso homem que acredita que Tom lhe fez mal em um passado distante.

    Como já adiantei a obra possui 90 minutos bem rodados, onde nos é apresentado esta intrigante história que nos faz ficar perdido entre mentiras e verdades, sobre quem está sendo o sóbrio ou o paranoico fazendo você imergir gradativamente (e de cara!) neste ambiente do crime, inclusive o tão falado De Volta ao Jogo bebeu desta fonte ao inspirar a lenda John Wick com o personagem Tom Stall (Ou seria Joey Cusack?).

    Começa uma perseguição psicológica de bandidos de extensa e valiosa ficha criminal por Tom Stall fazendo um terror a si e aos seus familiares, mas o filme não é só isso. O arco de seu filho é sensacional, trazendo um garoto fraco e sempre “zoado” na escola e que de acordo com os feitos do pai o “menino” vai desenvolvendo-se também no seu ritmo. Clichê né? Não na mão de Cronenberg que cria uma ligação forte entre os dois e um atrito incalculável com uma PUTA lição de moral no final das contas.

    Você sabe que este filme tem o selo Cronenberg quando sua mulher Edie envolta ao asco por seu marido começa a brigar com Tom e na escada da casa fazem um sexo nervoso, ali se você não está curtindo o filme levanta e fica empolgado. NO começo do filme rola um sexo da hora, mas este é especial porque é pós a famosa D.R. (Discussão de Relacionamento) ksksksksksks.

    O elenco está todo afinado, principalmente os ditos vilões, causam aquela tensão intrigante e receio das pessoas da pequena cidade e de nós, telespectadores, muito bom. Além da violência tarantinesca e crua, que faz o amante de cinema “xonar”.

    Marcas da Violência é o melhor exemplo de um filme relativamente simples com um roteiro bem encaixado e excelente direção, prendendo o telespectador até o último segundo.

    Minha nota é 3/5.

    E você o que achou do filme? Conte-nos para saber sua experiência. O seu comentário é a alma do Blog.

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  • Felipe

    "Rezenha" Crítica confiram sem espaços: h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2017/07/24/rezenha-critica-o-vendedor-de-sonhos-2016/

    Este é um típico filme que não se pode analisar apenas o filme em si, mas a sua importância num todo para quem o assiste e a mensagem que tenta passar. Só quem passou por situações transcritas, tentativas de suicídio e a “fossa total” irá conseguir ver “além do muro” de uma maneira diferenciada, não que sejam melhores de quem não passou por tais situações, mas a forma de se receber a mensagem torna-se diferenciada. Confiram a “rezenha” crítica de O Vendedor de Sonhos.

    O ser humano não morre apenas quando seu coração pára de bater, muitas vezes ele morre quando deixa de ser útil a alguém e a incapacidade de ajudar a quem mais amamos. Com esta premissa que o filme sustenta-se , além de tratar da vida como um todo, se alcançando o ápice e a vida perfeita que “o sistema promete” compensa, tornar-se um milionário e bem sucedido profissionalmente almejando sempre ser o melhor realmente é satisfatório em contrapartida à vida pessoal abrindo mão dos pequenos prazeres da vida com família ou amigos. É de se refletir.

    O filme é baseado no livro com mesmo nome de Augusto Cury, sinceramente mal adaptado, pois um tema tão rico e intrigante foi sendo levado a banho maria por no mínimo 30 minutos chamando o telespectador de burro com alguns momentos até surreais, partindo do princípio que o filme ambienta-se em nossa realidade, mais especificamente na cinzenta realidade da capital de São Paulo. Alguns atores também foram ou mal escolhidos ou mal aproveitados.

    O personagem do Mellon (O mestre) poderiam ter pego um ator melhor, não sei, não li o livro então talvez quiseram ser fiel ao livro caso o personagem tenha aquele sotaque ou origem, mas eu teria ido atrás de outro, um Tony Ramos ali seria no mínimo DO CARALHO! Um ou outro coadjuvante também deixaram a desejar, os que mais emocionaram foram Dan Stulbach (Tom Hanks brasileiro) e o ator que faz seu filho no final. Mas o Tom Hanks só desenvolve a partir da metade do filme, desde o começo parecia ainda meio perdido e deslocado do peso que seu personagem tinha teoricamente que carregar.

    Existe um ponto crucial do filme onde é conciliado uma excelente trilha sonora composta apenas no piano lembrando muito as que mais ouço com a derradeira cena onde são apresentados as frustrações de Júlio César (Dan Stulbach) que pode lhe fazer escorrer uma lágrima, um lapso de boa direção e que fez a nota saltar porque conseguem transmitir a mensagem que finalmente tanto ansiávamos, e daí em diante uma sequência primorosa, onde o mito é derrubado e levanta-se novamente trazendo à tona de onde surgiu o “Vendedor de Sonhos”.

    Minha nota é 3/5.

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  • Felipe

    Sem espaços - h t t p s : / /rezenhando . wordpress . com /2017/07/17/rezenha-critica-need-for-speed-2014/

    Espero que tenha uma continuação, e como fã dos jogos, que façam algo como o Most Wanted, seria do caralho e encaixaria perfeitamente como terminou este primeiro. Acho difícil porquê nunca fazem os que os fãs querem, mas … oremos!

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  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

  • muriel
    muriel

    dai felipe, vi que você estava comentando que tem o filme "Ma Vie De Courgette" no stremio, sabe me dizer como esta o nome, pois não encontro com as versões dos titulos que tenho do filme.. valeu!!