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19 years Santo André - (BRA)
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Últimas opiniões enviadas

  • Rodrigo Machado

    Gente, me desculpa... eu achei a fotografia muito exagerada (é foda, mas a intensidade enche). Sei que o cara é um mito, ok. Enredo? Perfeito. Atuação? Porra, os atores e atrizes gaguejam meu. Pensei que não viria esse ano um filme que tratasse a atuação de forma tão natural. Nota 10. Direção? Nem se fala. A história é trágica. Quem espera o Woody allen leve, não terá. Ótimo filme.

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  • Rodrigo Machado

    Achei o filme mediano. A estética é linda, ainda mais em 3D. As cenas de ação são brutalmente espetaculares. A direção teve seu mérito surpreendente de guiar totalmente bem esses momentos. A estrutura também é boa: essa ideia de condensar imensas micro narrativas. Agora o enredo... Eu senti que pisaram na bola. Eu, nos primeiros 30 minutos, vi aquele filme sendo armado de uma forma espetacular (até emocionei). Porém parece que o diretor se perdeu no próprio roteiro. Como tinha muita coisa pra acontecer, o filme deu muita brecha sem explicação, sem fundamento só pra deixar o filme rolar. Agora a trilha sonora épica (e maravilhosa), em 90% do filme, enche o saco. Ela não deixa nós, espectadores, respirar, sentir o filme. Agora no final eu tive a certeza que tão saturando, explorando o Star Wars até não dá mais, velho. Ainda bem que não sou fã da saga, se não estaria sofrendo. Enfim já fiquei decepcionado com o que fizeram esse ano com o Blade Runner :'(.

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  • Rodrigo Machado

    Esteticamente é escatológico. Do que se trata esse filme? A primeira narrativa foi a mais impressionante. Mostra um sujeito reprimido sexualmente (não obcecado como diz a sinopse), ele está na guerra. Ou seja, tudo do que é mais simples dele é retirado por conta da guerra, e suas explorações. Daí a masturbação. O sexo, sua única amizade que vira comida para o alto escalão e até seu momento único são retirados. Quem goza tudo é o alto escalão. Ela serve para demonstrar como a hierarquia naturalmente priva o gozo de alguns e dá para outros. A segunda história, temos dois competidores esportivos que tentam se afirmar de alguma forma para o mundo, provar que são bons em algo, seja o complexo de inferioridade da Hungria frente a URSS ou uma moça que ambos se apaixonam. Observa como o lema de que "todo no mundo gira em torno de boceta" mantêm na segunda história. Como é natural, um sai perdendo e outro ganhando. Mas, no fim das contas, ambos não superam essa necessidade de se provar ao mundo, pois o tempo passa e, consequentemente, seus ídolos vão sendo substituído por outros. Destaque para também outra crítica à hierarquia dos regimes comunistas do século XX: dividida basicamente entre burocratas e povo. A terceira narrativa a sinopse condensa bem: " um taxidermista cuja obsessão é levar a sua arte às últimas consequências, ou seja, o corpo humano." Para mim, é uma crítica à obsessão do corpo na sociedade contemporânea.

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